quarta-feira, 16 de março de 2011

A Rainha do Choro, Ademilde Fonseca, no Música Potiguar Brasileira especial de 10 anos da Universitária FM

Ademilde Fonseca

O programa Música Potiguar Brasileira deste sábado, dia 19 de março, homenageará, juntamente com os 10 anos da rádio Universitária FM, a cantora potiguar Ademilde Fonseca, que no dia 04 desse mês comemorou 9 décadas de vida.

Ademilde Fonseca nasceu na localidade de Pirituba, no município de Macaíba e aos 4 anos mudou-se com a família para Natal, onde morou até o início da década de 1940. Ela gostava de cantar desde pequena e, na adolescência, começou a se interessar pelas serestas e travou conhecimento com músicos locais. Pouco mais tarde se casou-se com um desses seresteiros, Naldimar Gedeão Delfino, com quem mudou-se para o Rio de Janeiro em 1941.

Ademilde entrou para a história da música popular brasileira como a cantora que deu voz ao choro, porque antes dela o gênero era exclusivo dos instrumentistas. Com isso, ganhou o título de “Rainha do Choro” do instrumentista Benedito Lacerda.

Seu primeiro disco foi lançado em 1942, pela Columbia, num 78 rpm que trazia o choro “Tico-Tico no Fubá” e o samba “Voltei pro morro”, de Benedito Lacerda e Darci de Oliveira. No mesmo ano, gravou os sambas “Racionamento” e “Altiva América”. E no ano seguinte, gravou os choros “Apanhei-te, cavaquinho” e “Urubu malandro”.

Entre 1942 e 2001, Ademilde Fonseca gravou 43 rpms, 6 LP e 8 CDs. E entre seus maiores sucessos, estão os choros “Brasileirinho”, de Waldir Azevedo e Pereira da Costa e “Sonoroso”, de K-Ximbinho e Del Loro. Apesar de se consagrar como Rainha do Chorinho, Ademilde também canta baião, samba, marchinha e toada.

Em quase 70 anos de carreira, Ademilde encantou nas Emissoras Associadas, na Rádio Nacional, passou pela TV e brilhou no cinema. Ela participou dos filmes “O batedor de carteiras” e “O viúvo alegre”, realizados em 1958 e 1961, respectivamente.

Para conhecer um pouco mais da extensa carreira desta brilhante potiguar, não perca o Música Potiguar Brasileira deste sábado, dia 19, às 17h, com reprise no domingo, dia 20, ao meio dia.


SERVIÇO:

O QUÊ: Programa Música Potiguar Brasileira
ONDE: Universitária FM | 88,9 MHz
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quinta-feira, 10 de março de 2011

A voz suave e o carisma de Michelle Lima no Música Potiguar Brasileira

Michelle Lima

A cantora, compositora e letrista Michelle Lima nasceu em Brasília, em 1977, e com apenas 1 ano de idade mudou-se para Natal, cidade em que atua no cenário musical há 14 anos. Vinda de uma família de cantores, Michelle é neta de músico e irmã de compositor, o que explica seu talento natural para a música.

Michelle Lima começou sua carreira musical cantando em barzinhos e com o tempo já estava participando de festivais, como interprete. Lançou seu primeiro CD, Passarinho Cantador, como prêmio pela 3ª colocação no 1º Festival da Canção de Natal, com músicas autorais e de compositores potiguares. Eclética, seu primeiro CD reflete bem essa sua característica, com canções em ritmo de samba, xote, música romântica, jazz e até reggae, agradando assim a todos os gostos.

Em 14 anos de carreira, além de Passarinho Cantador, Michelle Lima gravou outros dois CDs (ao vivo), participou de vários festivais, teve destacada atuação em vários shows de Natal, do interior do RN e de outros estados, além de ter participado de projetos como o Seis e Meia, Poticanto, I Encontro Multicultural do Orla, Festival Gastronômico de Pipa, Seaway Cultural, Praia Musical, Assembléia Cultural, dentre outros.

Dona de uma voz afinadíssima e envolvente, Michelle Lima tem como referências musicais Zizi Possi e os potiguares Lene Macêdo e Ivando Monte.

Para conhecer o trabalho de Michelle Lima e se deleitar com sua linda voz e canções, não perca o Música Potiguar Brasileira deste sábado, dia 12, às 17h, com reprise no domingo, dia 13, ao meio dia.


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quarta-feira, 2 de março de 2011

A música versátil com pincelada regional de Ivando Monte

Ivando Monte

O natalense Ivando Monte descobriu a arte de compor e iniciou seus primeiros acordes no violão, seu primeiro instrumento, no bairro do Alecrim, onde passou sua infância e parte da adolescência. Mas, foi na Vila de Ponta Negra que, aos 16 anos, Ivando lançou-se como cantor.

Completando esse ano 25 anos de carreira, o cantor e instrumentista Ivando Monte já lançou 7 álbuns autorais, já participou de gravações de vários cantores da cidade e já participou de inúmeros festivais. Só em 2010, Ivando ganhou o 1º lugar no Festival Forraço e o 2º lugar no Festival das Cooperativas, além de ter chegado na final do Festival de Música do Beco da Lama e ter sido finalista nacional também do 1º Festival da ARPUB (Associação das Rádios Públicas do Brasil).

Suas inspirações musicais vem de nomes como Chico Buarque, Luiz Gonzaga e Geraldo Azevedo. E seus principais parceiros são os potiguares Fernando Oliveira, Marcos Brandão, Galvão Filho, Michelle Lima, Jô Fernandes, Romildo Soares e Alessandro de Lia.

Artista de composições versáteis, Ivando Monte já havia lançado álbuns de xote, baião e samba, e, no final de fevereiro lançou seu 7º trabalho, um álbum de frevo intitulado Frevo Se Não Eu Caio.

Nada mais oportuno para o período momesco que este novo álbum de Ivando Monte, que conta com faixas como “Minha fantasia”, “Carnaval é Democracia”, “Sonhei que estava em Olinda”, “Ciranda do Monte”, entre outras.

Para conhecer melhor esse talentoso artista e o seu recém-lançado CD, não perca o Música Potiguar Brasileira deste sábado, dia 05, às 17h, com reprise no domingo, dia 06, ao meio dia.


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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

O rock progressivo com toque brasileiro do mestre da guitarra potiguar Edu Gomez

Edu Gomez


O pernambucano radicado em Natal, onde ingressou na carreira musical como instrumentista, Edu Gomez, foi eleito pelo Prêmio Hangar de Música como o melhor instrumentista da região Nordeste e como melhor instrumentista do RN pelo Prêmio Rock Potiguar.

É só ouvir seus 2 Cds já lançados, “Motriz” e “New Pangea”, para se certificar que os prêmios fazem jus a esse talentoso músico, considerado um dos melhores guitarristas da região Nordeste.

Seu primeiro CD, “Motriz”, lançado em 2004, pela Mudernage, é um mix de hard rock e progressivo. Já o seu segundo CD, “New Pangea”, foi ançado em 2009, registrado como parte da premiação do projeto Cosern Musical. Em breve Edu Gomez estará lançando seu terceiro álbum, "Magma".

Edu Gomez foi matéria de página inteira nas renomadas revistas Guitar Player e Cover Guitarra, realizou vários shows pela região nordeste, em destaque a Feira da Música (CE) e Festival DoSol (RN) e foi candidato ao Prêmio Claro de “Melhor álbum independente”.

Paralelo ao seu trabalho solo, como guitarrista e produtor musical, desenvolve o projeto Os Poetas Elétricos, fundindo poesia sonora e música experimental em ritmo de rock. O projeto nasceu da banda Modus Vivendi na década de 90, que acabou em 1999 e voltou em 2003 com o projeto kamiquase e só em 2004 assumiu o nome Os Poetas Elétricos.

Edu Gomez se inspira nos músicos Jeff Beck, Joe Satriani, John Mclaughlin, Alan Holdsworth, Carlos Santana, David Gilmour, Steve Vai, Victor Biglioni, mas sem nunca fechar os olhos para os ótimos artistas que existem no Brasil, como, Heraldo Monte, Ricardo Silveira, Tom Jobim, Luiz Gonzaga, Dominguinhos e Paulo Moura.

A pegada roqueira, com um toque tipicamente brasileiro, é a marca desse talentosíssimo potiguar.

Para apreciar o som de Edu Gomez e conhecer mais sobre sua trajetória musical, não perca o Música Potiguar Brasileira deste sábado, dia 26, às 17h, com reprise no domingo, dia 27, ao meio dia.


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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

A contemporaneidade e universalidade nas composições de Mariano Tavares

Mariano Tavares


Natural da cidade de Assú, situada no oeste Potiguar, o cantor, compositor, pesquisador e professor de literaturas norte-americanas e inglesa da UERN, Mariano Tavares, começou sua carreira musical fazendo covers em bares daquela cidade.

Além da influência de seu pai, que cantava serestas na noite de Assú, Mariano Tavares se inspira também em grandes nomes do cenário musical nacional e internacional, como Caetano Veloso, Adriana Calcanhoto, Tom Zé, John Cale, Rufus Wainwright, Bob Dylan, Leonard Cohen e Beck.

Seu primeiro disco, "Sobrado", gravado em 2005, em Natal, cujo nome faz menção ao tipo de moradia muito comum em Assú, conta com a participação de importantes músicos do cenário Potiguar, como Jubileu Filho e Paulo Oliveira.

A música de Mariano Tavares pode ser descrita como "cênica": nasce na composição e só se completa no palco. É também considerada contemporânea, não se prende à regionalismos e vive o hoje, o presente; e universal: há composições em inglês, idioma considerado universal.

Mariano Tavares já está trabalhando em seu novo àlbum, previsto para ser lançado ainda neste semestre, com composições inteiramente autorais. Uma das faixas do novo CD, "É dando que se recebe", é uma parceria do cantor com a poetisa natalense Civone Medeiros.

Para ficar por dentro do trabalho de Mariano Tavares e conhecer suas canções, não perca o Música Potiguar Brasileira deste sábado, dia 19, às 17h, com reprise no domingo, dia 20, ao meio dia.

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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

A longa trajetória musical de uma jovem Potiguar: Nara Costa

Nara Costa

A Potiguar Nara Costa começou a explorar seu talento musical cedo, aos 5 anos de idade, fazendo apresentações em aniversários, festas da família e participando de programas infantis da época, como o Sorriso Alegre de uma Criança, onde dublava Sula Miranda e dançava lambada.

Aos 8 anos, Nara Costa começou a cantar ao vivo e participou de várias festas sociais e culturais de Natal, como arraiás, gincanas escolares e Festa do Boi, onde cantava juntamente com bandas locais como Grafith, Montagem, Terríveis, Impacto Cinco e Big Banda.

Entre os 10 e 13 anos, Nara Costa já fazia abertura nos shows de artistas nacionais consagrados como João Paulo e Daniel, Mara Maravilha, Tiririca, Fagner, Peninha e no bloco infantil do Carnatal da época, Papãozinho, de Ricardo Chaves.

Mas, apenas anos depois, na MPB, foi que Nara Costa conseguiu obter reconhecimento do público, sem deixar de lado os ritmos que deram início a sua carreira, que foram o forró pé-de-serra e o axé music.

Dona de um carisma e carinho imenso pelas crianças, Nara está sempre cantando para esse público em especial, seja em micaretas, escolas ou festas promovidas pelas Prefeituras do nosso Estado.

Em 20 anos de carreira, Nara Costa já participou de inúmeros eventos importantes no Estado, dentre eles o Projeto Seis e Meia, Assembléia Cultural, o extinto Domingo na Praça, Forraço, Seaway Cultural, Circo da Luz e Quartinha Petrobrás.

Atualmente, ganhou em 1º lugar e como Melhor Intérprete no Festival da Canção da Assembléia Legislativa, com a música “Abraço do mar”, composição de Arcésio, que ela canta com a baiana Margareth Menezes.

Nara Costa acaba de lançar seu mais novo álbum, “Em cena”, uma junção do Pop Rock com a salsa, com canções autorais e composições de artistas potiguares.

Para conhecer melhor o trabalho e trajetória musical de Nara Costa, não perca o Música Potiguar Brasileira deste sábado, dia 12, às 17h, com reprise no domingo, dia 13, ao meio dia, na Universitária FM.


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A crítica social e a versatilidade nas composições de Júlio Lima

Júlio Lima

Compositor, cantor e instrumentista, o potiguar Júlio Lima herdou o talento do pai, Carlos Alberto de Lima, baixista e membro fundador da Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte, cantor do Coral Canto do Povo e baixista de música popular. Porém, seu estilo e expressão são frutos de sua própria trajetória musical, entrelaçada à sua origem potiguar.

Formado em Música pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Júlio Lima conta com mais de 500 composições de sua autoria.

Suas canções são versáteis e envolventes, não deixando ninguém parado. Entre suas composições há rock, maracatu, afoxé, samba e até baladas românticas. As influências das músicas de Júlio Lima vão de Metallica, Korn, Nivarna e Beatles a Tom Jobim, Pedrinho Mendes, Luiz Gonzaga, Chico Science e Raul Seixas.

Uma forte marca de suas composições são letras que tratam de assuntos de interesse social em níveis local, nacional e internacional, se mostrando assim um crítico aos acontecimentos ao seu redor. Júlio Lima é um músico que lida com a realidade social mesmo através de poesias e melodias.

Em 2009, conquistou o prêmio de Melhor Intérprete do Festival de Música do Beco da Lama – MPBeco, além do prêmio de 2ª Melhor Música, com “Há sempre música”, canção homônima do seu primeiro álbum, lançado em agosto daquele ano.

E para conhecer melhor o trabalho deste talentoso potiguar, não perca o Música Potiguar Brasileira, neste sábado, dia 5, às 17h, com reprise no domingo, dia 6, ao meio dia, na Universitária FM.


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